As motos mais roubadas do Brasil: quais modelos estão na mira dos criminosos
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A motocicleta virou peça essencial na mobilidade brasileira. Econômicas, ágeis e mais acessíveis que muitos carros, elas ganharam espaço nas ruas e também nos apps de entrega.
Em paralelo, cresceram os índices de roubo e furto em várias regiões do país, principalmente nos grandes centros urbanos.
Neste artigo, você vai descobrir quais são as motos mais roubadas do Brasil, entender por que alguns modelos aparecem com frequência nos levantamentos policiais e conferir dicas para reduzir os riscos no dia a dia.
Quais são as motos mais roubadas do Brasil?
Embora os rankings variem conforme o estado e o período analisado, alguns modelos aparecem com frequência nos levantamentos de roubo e furto realizados em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
Entre as motos mais visadas estão:
- Honda CG 160
- Honda CG 150
- Honda CB 300
- Honda XRE 300
- Yamaha Fazer 250
- Honda Biz
- Yamaha Crosser
- Honda PCX
- Yamaha Factor
- Honda NXR Bros
A predominância da Honda não é por acaso. A marca lidera as vendas no Brasil há décadas, o que significa maior quantidade de modelos circulando nas ruas, consequentemente aumentando o interesse do mercado ilegal.
Por que esses modelos lideram as estatísticas?
Existe uma lógica comercial clara por trás da escolha dos criminosos, baseada na lei da oferta e da procura informal. Engana-se quem pensa que o roubo ocorre apenas pelo valor do veículo ou por ostentação.
- Alta liquidez de peças: Motos muito vendidas geram uma demanda gigantesca por peças de reposição no mercado paralelo. Oficinas clandestinas utilizam os desmanches ilegais para abastecer a procura por carenagens, espelhos, rodas e componentes de motor.
- Simplicidade mecânica: Modelos populares possuem arquitetura simples e ferramentas padronizadas, permitindo o desmonte completo em poucos minutos.
- Falta de tecnologia de segurança original: Muitas motocicletas de entrada não contam com chaves codificadas, imobilizadores eletrônicos de fábrica ou sistemas complexos de ignição, facilitando o furto rápido na via pública.
Qual a diferença entre roubo e furto?
Muita gente usa os termos como sinônimo, mas existe diferença. O furto acontece sem contato direto com a vítima. Já o roubo envolve ameaça ou violência.
Essa distinção importa para boletins de ocorrência, seguro, estatísticas públicas e análise de risco. Em grandes centros urbanos, motos estacionadas na rua ficam mais expostas a furtos.
No caso de roubos, eles podem ocorrer em semáforos, vias de acesso rápido e regiões com menor policiamento.
Como reduzir o risco de ter a moto roubada?
Nenhuma medida elimina completamente o risco, mas alguns hábitos ajudam bastante a reduzir a exposição.
- Use cadeados e travas de disco sempre que estacionar em vias públicas
- Instale rastreadores GPS com monitoramento em tempo real
- Prefira estacionamentos fechados e iluminados
- Contrate seguro com cobertura específica para roubo e furto
- Evite rotas e horários conhecidos por alta incidência de crimes
Cuidado na compra de motos usadas
Com o aumento dos roubos, também cresceu a preocupação no mercado de seminovos. Muitas motos recuperadas acabam retornando ao mercado sem que o comprador saiba do seu histórico.
Por isso, conhecer o histórico antes de comprar se tornou uma etapa essencial. Uma consulta do histórico veicular pode revelar:
- Registro de roubo e furto
- Restrições administrativas
- Histórico de leilão
- Débitos pendentes
- Alienação fiduciária
- Número de proprietários
- Situação documental
Na prática, isso ajuda o consumidor a evitar dores de cabeça futuras e tomar decisões mais seguras.
Achecar como aliada
Comprar uma moto usada exige atenção além da aparência. A consulta veicular da Achecar ajuda o comprador a avaliar informações relevantes do histórico antes de tomar uma decisão.
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Conclusão
As motos mais roubadas do Brasil são, em geral, as mesmas que dominam as ruas: modelos populares, econômicos e fáceis de revender. Por isso, o ranking deve servir menos como motivo de medo e mais como alerta para comprar e usar a moto com cuidado.
Tomar medidas preventivas básicas e manter a atenção no trânsito protegem o patrimônio e a vida de quem utiliza as duas rodas para locomoção.



